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Tendências de mercado pós pandemia

É fato que a pandemia do novo coronavírus trouxe muitas mudanças no dia a dia das cidades, das pessoas, das relações. Também é verdade que algumas dessas transformações já estavam em andamento e acabaram sendo aceleradas de forma significativa.

No mundo dos negócios, empresas pequenas e grandes têm experimentado uma boa dose dessas transições a toque de caixa. Como reflexo do isolamento, os hábitos estabelecidos nessa nova rotina interferem no comportamento social, na forma de consumir, nas prioridades, na maneira de programar o futuro. São incontáveis as variáveis que estão redesenhando a vida como a conhecíamos. E já é possível encontrar sinais e traços da forma que o “novo normal” se dará. Por isso, o Fujioka Distribuidor separou alguns temas que serão assuntos recorrentes nessa reformatação do mundo. E que podem interferir direta e indiretamente no seu negócio.

1. E-COMMERCE
Não é bem uma novidade. Para se ter uma ideia, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce cresceu 15% no Brasil em 2018, enquanto o varejo tradicional cresceu apenas 2,3%. Isso muito antes da pandemia. Ainda segundo a ABComm, o crescimento do comércio eletrônico no Brasil acelerou para 30% em maio, com medidas de isolamento social atraindo novos consumidores e levando varejistas a desenvolver canais digitais de vendas.

A entidade estima que 80 mil novas lojas online tenham sido lançadas desde março, enquanto o número de clientes com ao menos uma compra pela internet cresceu em quase 1 milhão. Apesar de tudo, isso aponta para uma oportunidade de expandir o portfólio de produtos, já que a abrangência dos canais digitais não tem fronteiras. E, principalmente, porque a digitalização do canal de vendas é uma decisão sem volta para o mercado e para os lojistas.

2. TRABALHO REMOTO E EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
Uma tendência que já começava a despontar com maior destaque, principalmente nos grandes centros urbanos, o tão falado home office e EAD, também parecem ser um caminho definitivo. Grandes empresas mundo afora já indicaram a manutenção desse formato, mesmo que apenas em alguns dias da semana.

Diante disso, é fácil perceber a possibilidade de um enorme movimento em busca de produtos de tecnologia como notebooks, equipamentos de redes e acessórios, já que os profissionais e as empresas, estudantes e instituições de ensino buscarão aprimorar as estações de trabalho e estudo.
Tudo isso, pode ser visto como um cenário favorável para quem revende produtos de tecnologia.

3. DELIVERY, DRIVE-THRU E NOVOS CANAIS DE VENDA
Com a necessidade de distanciamento social e o fechamento de bares, restaurante, shoppings e espaços de aglomerações, o delivery se apresentou como uma solução de interesse bilateral – uma alternativa para lojistas e uma opção confortável para quem deseja minimizar os riscos de contaminação. Os apps de entregas facilitaram muito a vida das pessoas nesse momento e algumas delas experimentaram essa facilidade com muita satisfação.

Esse hábito pode acabar sendo fortalecido, a reboque da comodidade de comprar online, sem sair de casa. Principalmente com os serviços ampliados além do ramo alimentício, a tendência é que outras empresas – inclusive as médias e pequenas – se beneficiem aumentando o alcance, visibilidade e formato de suas negociações.

A compra para retirada em loja, conhecido como drive-thru e até então quase exclusivo dos fast-foods, também ganhou espaço e deve permanecer. O cliente poderá negociar e até pagar utilizando aplicativos como WhatsApp, indo à loja apenas para retirar o produto numa espécie de evolução do omnichannel (comprar pelo site e retirar na loja).

Tudo isso indica um universo de possibilidades. Uma revolução tecnológica em empresas de todos os segmentos, onde vendedores com celulares e notebooks na mão ganharão o status de consultores de vendas. Portanto, para esse novo modelo de negócio, as empresas precisam se preparar.

4. RECONFIGURAÇÃO DOS ESPAÇOS FÍSICOS
Como já temos visto, o medo e a ansiedade das pessoas estão estimulando novos hábitos. Entre eles, uma atenção maior com a saúde e o bem-estar. Evidentemente que esses cuidados devem se estender aos locais públicos, especialmente os fechados, pois o receio de locais com aglomeração deve permanecer. Esse é um dado muito importante, que consta em um relatório da WGSN, um dos maiores e mais importantes bureaus de pesquisas de tendências do mundo.
É um ponto de atenção para lojistas. Que devem redesenhar seus espaços para reduzir a aglomeração e facilitar o acesso das pessoas! Por esse ponto de vista, a exposição de produtos também deverá ser reconfigurada, privilegiando então itens com maior interesse do público, que chamem atenção e componham o layout da loja.

Informação faz toda diferença. Por isso, fique ligado aqui no blog do Fujioka Distribuidor e nas nossas redes sociais para acompanhar as novidades.