O mercado de ares-condicionados se prepara para uma mudança considerável em relação à classificação energética dos aparelhos. A Portaria nº 234, de 29 de junho de 2020, chega para rever os níveis mínimos de eficiência energética aceitáveis para cada classe. O que isso quer dizer?

Todo aparelho de ar-condicionado passa por testes do Inmetro para garantir sua segurança e eficiência. Quanto maior a eficiência energética, mais próximo ao selo com a letra “A”. A escala vai de “A” a “F”, sendo que “F” representa o maior gasto de energia.

Agora, com a mudança, os critérios se tornam mais exigentes para que o aparelho receba o selo “A”. Antes, era necessário ter um índice de eficiência de 3,23. Agora, o sarrafo subiu para 5,5. Isso aconteceu, entre outras coisas, para evitar que condicionadores de ar tradicionais tivessem o mesmo selo “A” que os aparelhos Inverter, que comprovadamente economizam muito mais energia.

Apesar de já estar em vigor, as novas regras têm uma agenda para mudanças: a partir de 31 de dezembro de 2022, todos os aparelhos fabricados no Brasil ou importados precisarão estar em conformidade com os novos critérios. Em seguida, a partir de junho de 2024, apenas ares-condicionados que estiverem de acordo com as normas poderão ser vendidos no mercado nacional.

Para os revendedores, um clima de oportunidade: os aparelhos tradicionais ON/OFF, que provavelmente perderão o selo A em virtude da eficiência dos modelos Inverter, ganham caráter de limpeza de estoque e urgência de vendas, como uma última chance para serem comprados e vendidos. E, você sabe: se o assunto é abastecer o estoque com o melhor das grandes marcas, conte sempre com o Fujioka Distribuidor.

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