Metaverso pra cá, metaverso pra lá, e o assunto ganha cada vez mais protagonismo no mundo dos que amam tecnologia e inovação. Mas explicar exatamente o que é esse conceito não é tão simples. Essencialmente, trata-se de um mundo virtual alimentado por tecnologia 3D, realidade aumentada e realidade virtual.

Em resumo, um mundo paralelo ao nosso, que incluirá espaços sociais onde será possível se envolver com outras pessoas, estudar, trabalhar, se exercitar e muito mais. Ou seja, ter uma vida. Mas então fica a pergunta: do ponto de vista dos negócios, de que forma essa projeção chamada metaverso pode impactar o mercado varejista?

Por se tratar de um mundo virtual totalmente novo, o metaverso abre uma série de possibilidades para o varejo. Hoje, por exemplo, presas às telas dos dispositivos, as compras on-line não conseguem dar ao consumidor a mesma experiência da loja física.

A aplicação do metaverso pode ser uma alternativa de oferecer o melhor desses dois mundos ao consumidor, que poderá interagir com o produto que deseja e fazer compras em tempo real usando seu próprio avatar. Embora o metaverso ainda seja um processo em construção, algumas lojas do universo da moda já deram seus primeiros passos nesse caminho, projetando experiências para serem testadas e experimentadas pelos avatares dentro dessa “segunda vida”.

A grande realidade é que projetar os impactos do metaverso ainda é um caminho nebuloso e, de certa forma, inacessível. Mas o cenário para o seu desenvolvimento é bastante favorável e promissor. Resta a nós, do mundo da tecnologia, não só acompanhar essa evolução, mas também nos prepararmos para o que vem por aí.

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