Lares menores, móveis minimalistas, essenciais e uma qualidade de vida melhor. Essa parece ser a receita perfeita para uma parte crescente da população. Diante de uma renovação de valores pelas gerações que chagam ao mercado de trabalho ou em busca de aprimoramento educacional em grandes centros, o mercado tem experimentado um movimento que veio crescendo de maneira tímida, mas que ganhou uma importância significativa a ponto de, no fim do ano passado, iniciar uma nova empreitada do mercado de varejista.

Estamos falando do modelo de vida que vem sendo adotado por muitas pessoas no país. Jovens que começam a construir carreira e buscam seu espaço e sua privacidade. Que optam por morar perto do trabalho — geralmente em localizações privilegiadas e que costumam custar um pouco mais em virtude da praticidade. Além desses, adultos já muito bem resolvidos e com vida agitada têm o seu lar apenas como um ambiente de repouso, em razão do trabalho, reuniões, viagens a trabalho.

Independentemente da razão temos visto crescer o modelo de vida chamado de single. E isso tem aberto um mercado que está de olho nessa expansão. São os fatores já citados entre vários outros — como uma nova percepção de investimento em que as pessoas preferem usar seus recursos no estilo de vida (viagens, roupas, acessórios, tecnologia) a pagar caro para morar — que acabam formatando esse novo comportamento e estilo de vida.

O que antes era a representação de solidão tornou-se símbolo de liberdade e independência. Parte disso promovido pela facilidade de conexão e tudo que a internet trouxe, colocando bancos, transporte, alimentação, serviços diversos dentro do celular. Segundo o IBGE, 48,1% da população brasileira são de pessoas solteiras, 5,9% divorciados, desquitados e separados judicialmente e outros 6,1% de viúvos. Um levantamento da Alelo sobre gastos de trabalhadores com alimentos mostra que os solteiros gastam mais ao comprar comida para casa semanalmente. Esse conceito levou o mercado a ofertar produtos em pequenas quantidades e em porções individuais de fácil preparo ou para consumo imediato. O foco é atingir esse público que busca mais economia e menos desperdício.

Houve também mudanças nas tradições de constituição familiar, custo de vida e praticidade desejadas. E assim muitos buscam casas e apartamentos menores para chamar de lar. E quem vive sozinho tende a buscar inspirações no minimalismo, um estilo de vida muito difundido no mundo todo, em que os seus adeptos procuram otimizar o tempo e o dinheiro em busca de melhor qualidade de vida, basicamente.

Em uma casa pequena, tudo é menor. Ou melhor, sob medida. Onde não há lugar para o acúmulo e para o exagero, sobra espaço para a criatividade: na decoração, na mobília e, claro, nos eletrodomésticos. Seguindo essa lógica, se há só uma pessoa na casa não há necessidade de ter uma geladeira enorme, por exemplo. A solução é ter um frigobar e economizar tempo, espaço e energia. Além de ser fácil da limpar e de tirar aquela sensação de geladeira vazia. Por isso, os frigobares têm chamado a atenção desse público. Nos últimos 5 anos o crescimento pela busca desse produto se mantém constante e em julho de 2020 atingiu seu melhor patamar.

A tendência da busca por esse estilo de vida é aumentar. Desse modo, a procura por frigobares também tem tudo para seguir crescendo. E essa é uma grande oportunidade de ter os produtos à disposição dos clientes. Principalmente por ser um produto que os clientes desejam à pronta entrega. E claro, no Fujioka Distribuidor você encontra as melhores marcas, com variedade de modelos.

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