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5G. A chegada da tecnologia e o que ela traz.

Há muito que o mercado de telefonia móvel é um dos grandes indicadores dos avanços tecnológicos. Um segmento altamente competitivo, disputado por marcas gigantescas, onde a inovação é palavra de ordem. Boa parte dos avanços digitais que experimentamos diariamente nasceu nessa indústria. E toda essa tecnologia disponível influencia na forma de consumir música, vídeos, conteúdos diversos. Nas fotos que tiramos, no acesso remoto e no controle por voz, no monitoramento de sedentarismo e em outras infinitas possibilidades que esses dispositivos colocaram em nossas mãos.

Nesse ramo tudo se atualiza com uma celeridade surreal. O que se reflete também na velocidade das informações. E a Internet móvel 5G chega para perpetuar esse movimento. A tecnologia começa a ser implantada no País nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, prometendo uma velocidade 12 vezes maior que a atual. Contudo, há apenas um único de smartphone habilitado para a tecnologia no país: o recém anunciado Motorola Edge.

Toda essa velocidade de informação também se apresenta do cenário ao redor dessa novidade. Antes mesmo de ser implantada já existem projeções sobre os próximos 5 anos da tecnologia. Um relatório anual de tendências da Accenture Interactive aponta que o 5G deve gerar a maioria das receitas globais de mídia móvel até 2025.

Traz ainda um espectro totalmente novo em relação a tudo que já é possível, com um impacto que vai muito além da velocidade na conexão de dados. Segundo o estudo, o 5G vai permitir modos infinitos de conectar coisas, pessoas, sensores, máquinas, criando uma verdadeira “Internet dos Corpos”. Dá pra imaginar?

Dá sim. Basta lembrar que o reconhecimento facial e da linguagem corporal estão se disseminando pelo mundo. As pessoas estão deixando rastros físicos de dados, à medida que circulam pelas cidades e realizam suas tarefas rotineiras. Isso, evidentemente, se torna informação para que sejam criadas novas soluções ainda mais inteligentes, retroalimentando a indústria da tecnologia para melhorar e trazer novas experiências, em um ciclo virtuoso – até os limites das questões éticas da privacidade de dados, visto que a coleta de informações sensíveis – como as biométricas – pode ser um campo minado. Por isso a preocupação com a privacidade e o consentimento no uso de dados devem ser tratados com mais seriedade.

O corpo passará a ser um grande código de barras ambulante. A tendência é que o reconhecimento facial e o mapeamento da linguagem corporal permitam cada vez mais interações perfeitas.

Teremos a oportunidade de experimentar uma “digitalização” dos ambientes. Por exemplo, com o 5G, será possível que os espaços físicos incorporem interações digitais com respostas em tempo real, de modo que cada pessoa vivencie uma experiência diferente no mesmo ambiente.

Mais agilidade de dados significa mais interação, mais dinamicidade e experiências. O 5G deve trazer oportunidades para o surgimento de novos modelos de negócios ao mesmo tempo, em que vai pressionar as marcas para trabalharem cada vez mais em tempo real, transformando todas as cadeias de produtos e serviços.

A chegada é um fato. As possibilidades são vislumbres. Inicialmente os clientes 5G irão se conectar à mesma rede que hoje em dia também atende 4G e 4.5G. As antenas compatíveis entregarão velocidade maior quando detectarem aparelhos compatíveis. E para que a internet de quinta geração tenha êxito no uso massivo, será necessário esperar o leilão da Anatel com novas frequências — leilão esse que deve ser realizado apenas em 2021. Isso significa que serão liberadas novas formas de transmissão especificamente para a futura tecnologia 5G.


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Fonte:
Uol Ad Lab
Techtudo